Teste de procrastinação
Dezesseis perguntas para saber o quanto você adia — e por quê.
Estes testes também são a sua cara
Sobre este teste
Procrastinação não é problema de gestão do tempo e muito menos de preguiça. É a conclusão central da pesquisa sobre o tema nas últimas duas décadas: os trabalhos de Timothy Pychyl e de Fuschia Sirois convergem para uma definição da procrastinação como estratégia de regulação emocional de curto prazo. Não se foge da tarefa, foge-se do que ela faz a gente sentir — tédio, ansiedade de ser avaliado, incerteza sobre a primeira etapa.
Isso explica por que aplicativos de produtividade falham tanto. Uma agenda melhor não resolve um desconforto emocional: só o empurra um degrau adiante. Explica também um resultado contraintuitivo, mas bem estabelecido: a autocrítica severa aumenta a procrastinação em vez de reduzi-la, enquanto a autocompaixão a diminui. Se chamar de preguiçoso é, literalmente, uma estratégia perdedora.
Este teste mede a frequência e a intensidade dos seus adiamentos em dezesseis situações concretas, separando as que vêm do tédio das que vêm do medo do julgamento. Ele não diagnostica nada: dá uma nota e uma leitura do que a produz.
Como funciona
Cada resposta vale de zero a quatro pontos. O total é convertido para 100: quanto mais alta a nota, mais frequente e mais caro é o adiamento. As perguntas tratam tanto dos comportamentos observáveis quanto do que você sente na hora de começar.
Este teste é oferecido apenas para entretenimento. Não constitui diagnóstico nem opinião profissional.